4:13 Dream é o décimo terceiro álbum de estúdio do The Cure lançado em 2008.
A partir de julho de 2008 todo dia 13 um single inédito foi lançado.
13 de julho o primeiro single "The Only One" faixas extra "N Y Trip" 13 de agosto o segundo single "Freakshow" faixas extra "All Kinds of Stuff" 13 de setembro o terceiro single "Sleep When I'm Dead" faixa extra "Down Under" 13 de outubro lançamento oficial do CD completo com as 13 faixas.
Este álbum foi apresentado integralmente ao vivo, em Roma, no evento da MTV da Itália, Coca Cola Live, em 11 de outubro de 2008.. Opa, mas o lógico não deveria no dia 13?... Sim.... a soma da data é13.
FAIXAS
01 - "Underneath the Stars"
02 - "The Only One"
03 - "The Reasons Why"
04 - "Freakshow"
05 - "Sirensong"
06 - "The Real Snow White"
07 - "The Hungry Ghost"
08 - "Switch"
09 - "The Perfect Boy"
10 - "This. Here and Now. With You"
11 - "Sleep When I'm Dead"
12 - "The Scream"
13 - "It's Over"
Formação Robert Smith – vocal, guitarra, baixo de 6 cordas, teclados, produtor, mixador, engenheiro Porl Thompson – guitarra Simon Gallup – baixo Jason Cooper – bateria, percussão, loops
Bloodflowers é o álbum de estúdio número 11 da banda inglesa The Cure, lançado em 2000.
Robert Smith vocalista da banda afirmou que este álbum foi a trilogia final dos álbuns que definem o The Cure: o primeiro lançado em 1982 "Pornography", segundo lançado em 1989 "Desintegration" e este "Bloodflowers" lançado em 2000.
Em 2001 o álbum foi indicado no Grammy Award como Melhor álbum de música alternativa, vendeu cerca de 300 mil cópias apenas nos Estados Unidos e chegou a posição de 16 entre os álbuns mais vendidos em território americano, um grande triunfo para uma banda originalmente inglesa.
O grande hit deste álbum foi "Maybe Someday" embora todas as faixas merecerem audição. "Flores de Sangue" é mais um excelente álbum do The Cure.
FAIXAS
01 - "Out of This World" – 6:43
02 - "Watching Me Fall" – 11:13
03 - "Where the Birds Always Sing" – 5:44
04 - "Maybe Someday" – 5:04
05 - "Coming Up" – 6:26
06 - "The Last Day of Summer" – 5:36
07 - "There Is No If...." – 3:43
08 - "The Loudest Sound" – 5:09
09 - "39" – 7:19
10 - "Bloodflowers" – 7:31
Formação Robert Smith - baixo, guitarra, voz
Perry Bamonte - baixo, guitarra
Jason Cooper - instrumentos de percussão, bateria
Simon Gallup - baixo
Roger O'Donnell - teclados
Wish é o nono álbum de estúdio da banda The Cure, lançado a 21 de Abril de 1992.
FAIXAS
01 - "Open" – 6:51
02 - "High" – 3:37
03 - "Apart" – 6:40
04 - "From the Edge of the Deep Green Sea" – 7:44
05 - "Wendy Time" – 5:13
06 - "Doing the Unstuck" – 4:24
07 - "Friday I'm in Love" – 3:39
08 - "Trust" – 5:33
09 - "A Letter to Elise" – 5:14
10 - "Cut" – 5:55
11 - "To Wish Impossible Things" – 4:43
12 - "End" – 6:46
Formação Robert Smith – baixo, guitar, teclados, voz, baixo de 6 cordas Fender VI
Perry Bamonte – baixo de 6 cordas Fender VI, guitarra, teclados
Simon Gallup – baixo, teclados
Porl Thompson – guitarra
Boris Williams – instrumentos de percussão, bateria
Kate Wilkinson – viola
Disintegration é o oitavo álbum de estúdio da banda, lançado em 1989. O álbum foi gravado durante uma fase difícil de Robert Smith, que canalizou todo seu desespero para as músicas, o que o torna um álbum sombrio do início ao fim.
Destaque para as excelentes faixas "Pictures of You" e "LoveSong".
Durante a gravação do álbum, Laurence Tolhusrt foi afastado da banda, devido a problemas com alcoolismo e pouca contribuição à mesma.
FAIXAS
01 - "Plainsong" – 5:12
02 - "Pictures of You" – 7:24
03 - "Closedown" – 4:16
04 - "Lovesong" – 3:28
05 - "Last Dance" – 4:42
06 - "Lullaby" – 4:08
07 - "Fascination Street" – 5:16
08 - "Prayers for Rain" – 6:04
09 - "The Same Deep Water as You" – 9:18
10 - "Disintegration" – 8:18
11 - "Homesick" – 7:06
12 - "Untitled" – 6:30
Formação Robert Smith - Vocal, guitarra e teclados;
Simon Gallup - Baixo e teclados;
Boris Williams - Bateria;
Porl Thompson - Guitarras;
Roger O'Donnell - Teclados;
Laurence Tolhurst - Outros instrumentos.
Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o sétimo álbum de estúdio da banda inglesa The Cure, lançado em maio de 1987 pela gravadora Fiction Records.
FAIXAS
01 - "The Kiss" – 6:17
02 - "Catch" – 2:42
03 - "Torture" – 4:13
04 - "If Only Tonight We Could Sleep" – 4:50
05 - "Why Can't I Be You?" – 3:11
06 - "How Beautiful You Are" – 5:10
07 - "The Snakepit" – 6:56
08 - "Hey You!" [*] – 2:22
09 - "Just Like Heaven" – 3:30
10 - "All I Want" – 5:18
11 - "Hot Hot Hot!!!" – 3:32
12 - "One More Time" – 4:29
13 - "Like Cockatoos" – 3:38
14 - "Icing Sugar" – 3:48
15 - "The Perfect Girl" – 2:34
16 - "A Thousand Hours" – 3:21
17 - "Shiver and Shake" – 3:26
18 - "Fight" – 4:27
"Hey You!" foi retirada da versão em CD por questões de espaço.
Formação
Robert Smith - guitarra, teclados, voz
Simon Gallup - baixo
Porl Thompson - guitarra, teclados, saxofone
Laurence Tolhurst - teclados
Boris Williams - instrumentos de percussão, bateria
Roger O'Donnell - teclado nas faixas ao vivo do CD2
Andrew Brennan - saxofone na "Icing Sugar" e "Hey You!"
The Head on the Door é o sexto álbum de estúdio da banda The Cure, lançado a 13 de Agosto de 1985.
A formação clássica que tocou neste álbum foi Robert Smith (voz, guitarra, teclados), Laurence Tolhurst (Teclados), Porl Thompson (guitarras, teclados), Simon Gallup (baixo) e Boris Williams (bateria, instrumentos de percussão).
"The Head On The Door" marcava a volta de Simon Gallup e a estréia de um novo baterista, uma banda mutante em seus integrantes sim, porém com grande personalidade musical, The Cure com seu estilo peculiar influenciou diversas bandas pelo mundo.
Os principais singles deste CD foram "In Between Days" e "Close To Me" que até hoje são obrigatorios em qualquer show do The Cure.
FAIXAS
01 - "In Between Days" – 2:57
02 - "Kyoto Song" – 4:16
03 - "The Blood" – 3:43
04 - "Six Different Ways" – 3:18
05 - "Push" – 4:31
06 - "The Baby Screams" – 3:44
07 - "Close to Me" – 3:23
08 - "A Night Like This" – 4:16
09 - "Screw" – 2:38
10 - "Sinking" – 4:57
Formação
Robert Smith - vocals, Multi Instruments
Andy Anderson - percussion, drums
Lol Tolhurst - Other Instruments
Porl Thompson - saxophone on Disc 1 and Disc 2, keyboards and guitar on live tracks on Disc 2
Phil Thornalley - bass guitar on live tracks on Disc 2
Pornography é o quarto álbum de estúdio da banda The Cure, lançado em 01 de Maio de 1982.
FAIXAS
01 - "One Hundred Years" – 6:40
02 - "A Short Term Effect" – 4:22
03 - "The Hanging Garden" – 4:33
04 - "Siamese Twins" – 5:29
05 - "The Figurehead" – 6:15
06 - "A Strange Day" – 5:04
07 - "Cold" – 4:26
08 - "Pornography" – 6:27
Formação
Robert Smith - guitarra, Teclados (One Hundred Years, The Hanging Garden, Cold, Pornography), voz
Simon Gallup - baixo, Teclados (A Strange Day, Cold, Pornography)
Laurence Tolhurst - Bateria, Teclados (One Hundred Years)
Faith é o terceiro álbum de estúdio da banda britânica de rock alternativo The Cure, lançado em 10/04/1981. Para baixar este CD clique na capa do CD acima.
Seventeen Seconds é o segundo álbum de estúdio da banda The Cure, lançado em 18/04/1980 pela Fiction Records. É o primeiro álbum da "trilogia" que ainda inclui Faith e Pornography. Por muito tempo, fãs e críticos apontavam esses três trabalhos como uma espécie de "trilogia negra" na carreira da banda, interrompida pela passagem de Robert Smith nos Siouxsie and the Banshees e posteriores experimentações eletrônicas e mais populares.
Em 2002, o lançamento de Trilogy (formado por Pornography, Disintegration e Bloodflowers) descaracterizou essa trinca formalmente. Os álbuns são uma sequência do outro, obviamente por questões de lógica, já que foram lançados seguidos, mas por questões temáticas e estéticas também. Para baixar este CD clique na capa do CD acima.
Seventeen Seconds levou o The Cure a outros patamares, sendo chamados até de uma continuação do Joy Division. Comparações à parte, o álbum é minimalista ao extremo, arranjos simples e climas cinzentos como um dia de neve. A faixa "A Forest" tornou-se um clássico mundial até para os mais diversos estilos musicais. Contou com a produção de Robert Smith e Mike Hedges, e também com a participação de Chris Parry. O disco abre com a faixa instrumental "A Reflection", de pouco mais de dois minutos, e com poucos e repetitivos acordes menores. Neste álbum, o acompanhamento sutil dos teclados, em arranjos de estrutura minimalista, contribui na construção de uma atmosfera sombria e depressiva.
Sobre este disco Smith chegou, sem modéstia, a declarar: "Durante Seventeen Seconds, nós honestamente sentíamos que estávamos criando algo que ninguém mais tinha feito, Sobre esse ponto eu imaginava que todo álbum criado era como se fosse o último álbum do Cure. Dessa forma considero Seventeen Seconds único, realmente um genuína conquista do grupo".
Apesar de seguir um rumo diferente do primeiro disco, o álbum contou com uma boa recepção por parte da crítica e também dos fãs, alcançando a vigésima posição na parada britânica. A exceção a esta aceitação seriam os Estados Unidos, que torceram o nariz para a fase "obscura" do The Cure.
FAIXAS
01 - "A Reflection" (instrumental) - 2:09
02 - "Play for Today" - 3:39
03 - "Secrets" - 3:19
04 - "In Your House" - 4:06
05 - "Three" - 2:36
06 - "The Final Sound" (instrumental) - 0:52
07 - "A Forest" - 5:55
08 - "M" - 3:03
09 - "At Night" - 5:54
10 - "Seventeen Seconds" - 4:01